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A importância de provar por A+B que o seu produto funciona

por ERICO ROCHA 

Não sei se você já reparou, mas eu uso uma estratégia poderosíssima, quase que diariamente, para aumentar o meu potencial de vendas.

E ela funciona mais ou menos assim…

Todo santo dia (ou pelo menos quase todo santo dia) eu posto um print ou vídeo de testemunho de algum aluno meu que fez pelo menos um 6 em 7 – ou seja, que fez R$ 100 mil de faturamento em 7 dias consecutivos. 

Seja no Instagram, Facebook ou no meu canal de Telegram… Eu sempre posto os resultados dos meus alunos. 

E por que eu faço isso?

Porque é assim que eu aplico o gatilho mental da prova no meu negócio.

Quem me acompanha há um tempo sabe que eu dou muita importância para esse gatilho.

Porque o fato é que quanto mais você prova por A+B que o seu produto funciona, mais fácil fica o processo de vender e, consequentemente, fazer o 6 em 7, quiçá muito mais. 

É o que é.

Afinal de contas, a prova não só te ajuda a vender… Ela também protege a sua marca.

Inclusive, eu já falei aqui no blog que a prova é o gatilho mental que transforma haters em fãs e, definitivamente, você precisa dele na sua jornada de lançamentos. 

Só que é o seguinte.

Na minha experiência em campo de batalha, eu vou refinando alguns processos da jornada do 6 em 7.

O gatilho mental da prova foi um gatilho que, com o tempo, eu aprendi a usar e ensinar do jeito certo, evitando alguns obstáculos e mapeando alguns atalhos.

E, pensando nisso, resolvi abrir o jogo sobre as nuances dessa parada. 

Então, se você também quiser saber quais erros não cometer na hora de aplicar o gatilho mental da prova e, de quebra, descobrir a maneira ideal de coletar suas provas, eu recomendo fortemente que fique comigo até o final deste artigo. 

Porque aqui, você vai ver: 

  • A diferença entre prova e prova social (e como usá-las para chegar ao 6 em 7)
  • Qual o maior erro que as pessoas cometem coletando provas e como evitá-lo
  • Porque a sua promessa deve ser o mais específica possível
  • E as maneiras íntegras e eficientes de coletar provas, mesmo nunca tendo realizado nenhuma venda.

Dito tudo isso, vamos lá. Afinal…

O que é o gatilho mental da prova? 

Imagina comigo o seguinte.

Quando você vai a um julgamento, você tem um juiz, ou um corpo de jurados, que vai julgar se uma pessoa é inocente ou culpada.

E você tem a acusação, que precisa persuadir o juiz de que o cara é culpado.

E como eles fazem isso? 

Com fatos e evidências. 

O lance é que quando você está vendendo um produto digital, você precisa fazer exatamente isso, convencer a sua audiência que essa parada funciona.

Logo, constantemente você precisa defender que o que você está dizendo é verdade.

E você faz isso com o gatilho mental da prova.

A prova é qualquer coisa que comprove que aquela determinada pessoa atingiu tal resultado com o seu produto. 

Pode ser o testemunho dessa pessoa em vídeo ou por escrito ou pode ser uma foto do resultado, se ele estiver visível.

O interessante é que a prova tem diferentes intensidades.

E com intensidade eu quero dizer que quando eu falo em uma live, por exemplo, que o 6 em 7 existe, isso é menos crível do que um print da hotmart de algum aluno da Fórmula de Lançamento com mais de R$100 mil faturados.

Mas o fato é que não existe uma prova que seja completamente irrefutável. Existem provas muito intensas e provas menos intensas. 

E no julgamento, quanto mais fatos e evidências você tem, maior a chance de convencimento de que o que você diz é verdade.

Então, as chances são que quanto mais intensas e volumosas sejam as suas provas, maior a probabilidade de você vender e, consequentemente, mais rápido vem o seu 6 em 7. 

Agora, se você me acompanha há algum tempo, já deve ter me ouvido falar sobre prova social, e pode estar se perguntando…

Qual a diferença entre prova social e prova? 

Só para você ficar ligado.

A prova social é uma indicação de que aquilo é verdade, mas não necessariamente é uma prova concreta de que aquilo é verdade. 

Por exemplo, um restaurante com a fila cheia é uma indicação de que aquele restaurante é bom, certo? Mas não prova, de fato, que ele é bom.

O lance da prova social é que ela atrai muita gente. 

Seja porque a parada é boa ou porque é realmente um gatilho mental muito eficiente. 

O lance é que no mundo digital, as visualizações de um vídeo são como uma fila, funcionam como uma prova social mesmo. Tal qual a fila de um restaurante cheio.

E para exemplificar o que estou dizendo, vou te contar o que aconteceu lá em casa outro dia.

Eu estava com a minha esposa na cozinha e ela estava assistindo uma live do Italo Marsili, um médico e escritor boladão que tem um programa de desenvolvimento pessoal por assinatura. 

E quando eu perguntei se a live estava boa, ela me respondeu: “Não sei, tinha 18 mil pessoas e eu resolvi entrar.” Olha que louco.

Ter 18 mil pessoas em uma live ou 18 mil visualizações em um vídeo, atrai muita gente. 

E a parada vira um ciclo.

Você pensa que aquelas pessoas estão assistindo aquela live porque ela está boa. E realmente pode estar. 

Mas é aí que fica a diferença entre prova e prova social. 

Porque uma prova garante, ao menos, que para aquela pessoa que gerou a prova (testemunho, foto, etc), o produto realmente funcionou.

E quando você tem muitas provas, você tem a combinação das duas coisas. 

Porque o grande volume de provas gera uma prova social. 

A real é que se muitas pessoas estão testemunhando sobre o seu produto, você tem uma “fila”. 

Então, por exemplo, quando eu tiro aquela tradicional foto de todas as pessoas que fizeram 6 em 7 no ano anterior, eu estou usando os dois gatilhos. 

Foram 840 pessoas que participaram dessa *cerimônia online porque fizeram pelo menos um 6 em 7. Eu digo pelo menos porque teve gente ali que fez bem mais do que um 6 em 7.

(*Em 2020, a experiência do FL Ao Vivo foi toda virtual por causa da crise mundial do coronavírus. E esse telão foi como o nosso palco)

E o fato de serem muitas pessoas, me gerou a prova social.

Então, é importante que esses dois gatilhos andem juntos e você colete provas aos montes para gerar sua prova social.

E durante esse processo, existem alguns erros que você pode evitar. Segue aqui comigo porque eu vou te falar..

O maior erro que as pessoas cometem coletando provas 

O maior erro é uma parada que eu chamo de anti-testemunho, ou seja, o testemunho que não representa a chegada ao destino. 

O anti-testemunho do meu negócio, por exemplo, seria “O Erico é muito legal e atencioso. Sempre fico feliz assistindo os vídeos dele.”

Isso é um testemunho de Erico legal, que te deixa feliz. 

Mas eu não vendo o Erico legal que te deixa feliz. Por mais que isso seja bom, ser legal e te deixar feliz não é o meu destino.

O meu destino é o 6 em 7 e no meu testemunho ideal precisa ter algo do tipo “O Erico me ajudou a chegar no 6 em 7”. 

Podem até dizer mais um monte de coisa, mas o 6 em 7 precisa aparecer em algum momento. É o que é.

Quando você vende um resultado específico, é esse resultado que precisa aparecer. 

Se aparecer um resultado diferente, as chances são que você não está mais vendendo o resultado que você acha que está.

E na minha opinião técnica, pode ser porque a sua promessa não está concreta ou específica o suficiente. 

Dito isso…

Por que a minha promessa deve ser o mais concreta e específica possível?

Porque quando ela é abstrata, o resultado também fica difícil de definir e interpretar. 

Vamos supor que a sua promessa seja “vender mais”. 

Às vezes, eu escuto isso e acho que vou vender R$ 10 mil a mais. Só que, na verdade, esse “a mais” pode ser R$ 100 e não R$ 10 mil…

O 6 em 7, por exemplo, não tem como eu e você interpretarmos diferente: são R$ 100 mil em 7 dias consecutivos

E quanto mais específica, mais fácil gerar provas intensas. Para o 6 em 7 tem print, por exemplo.

Mas é o seguinte.

É muito importante ver a promessa como uma ferramenta, e não como uma âncora.

E o que que eu quero dizer com isso? 

Alguns nichos são claramente específicos. Como o de vendas, o de emagrecimento… 

O lance é que você pode medir essa promessa em reais, em quilos e etc. 

Mas outros são menos específicos e você não pode deixar a especificidade te paralisar.

A ideia é ser o mais específica possível. 

Porque lembra do que eu sempre falo? “Feito é melhor que perfeito”.

Você não pode achar que porque seu nicho não é específico você não pode fazer o 6 em 7. 

Isso é uma crença limitante, ou seja, algo em que você acredita que te limita de atingir um resultado.

E eu vou te dar um exemplo para você entender melhor.

Outro dia, no Projeto #747*, eu falei sobre meditação, que é um nicho que eu entraria caso eu não lançasse no nicho de Marketing Digital. 

*Não sei se você sabe, mas o #747 é uma parada que faço todos os dias (ou quase todos os dias) lá no meu perfil do Instagram. E eu convido aleatoriamente algumas pessoas para me fazer perguntas sobre marketing digital e lançamentos.

E uma potencial Roma desse meu nicho seria “serenidade em tempos difíceis”. 

Quer uma coisa mais subjetiva do que “serenidade” e “tempos difíceis”? 

E por mais contraintuitivo que pareça, a parada aqui é que você tem como deixar alguma coisa mais específica, sem necessariamente ela ser específica. 

Uma forma bem bacana de fazer isso é do jeito que o André Lima faz. Esse cara lança no nicho de terapia EFT (Emotional Freedom Techniques) e eu bati um papo com ele há um tempo atrás no meu Podcast Faixa-Preta*.

*O Podcast Faixa-Preta é outro projeto meu, em que eu entrevisto faixas-preta em lançamentos, isto é, pessoas que faturaram, no mínimo, R$ 2 milhões em um ano com lançamentos digitais.  

Inclusive, se você quiser assistir esse bate-papo e entender um pouquinho de como foi a jornada do André, vou deixar o vídeo aqui embaixo:

Mas voltando à terapia, esse é um nicho não específico por natureza. Isso é fato.

É difícil mensurar o seu bem estar ou definir em uma promessa específica como esse produto “terapia” pode te ajudar.

Só que o André Lima faz uma parada muito interessante. Ele pede para você pensar em algo que está incomodando.

Às vezes pode ser uma ansiedade, às vezes pode ser uma dor física e às vezes é um sentimento de procrastinação, que é quando você quer fazer alguma coisa, mas fica adiando e nunca faz.

Ele pede pra você observar esse incômodo e, naquele momento, graduar aquele incômodo de 0 a 10, subjetivamente.

E vamos lá, supondo que eu queira vender serenidade. 

Se eu chegar para você agora e falar “Quão sereno você acha que você está, de 0 a 10?”, você acha que conseguiria ter uma noção?

As chances são que sim.

Porque você já viveu o seu momento 10 de serenidade alguma vez na vida, o quer que seja 10 para você. E acredito que você já viveu o momento 0 também.

E se você toma consciência do seu estado de agora, você consegue graduar sua serenidade.

Olha que interessante. 

O fato é que até o que não parece ser tangível, pode ficar tangível para você. 

Por exemplo: você está no grau 7 de serenidade e no grau 5 de dificuldade. 

Eu te prometo mais serenidade em tempos difíceis, ou seja, um número maior de serenidade, em qualquer que seja o número de dificuldade, e te dou o método que prometi.

Se essa técnica que eu apliquei for eficaz, você, provavelmente, vai fazer um testemunho falando que sua percepção de serenidade foi para 9, independente dos seus momentos continuarem difíceis ou quiçá aumentarem para 6 ou 7.

Eu chuto que os testemunhos das pessoas que fizessem esse curso e, eventualmente tivessem sucesso, seriam mais ou menos assim:

“Ontem eu estava dirigindo e um cara bateu no meu carro. Normalmente, eu sairia e brigaria com ele. Mas eu mantive a calma e a serenidade. Tirei uma foto, chamei a polícia, fiz o que tinha que ser feito e hoje eu resolvi esse problema. Me sinto sereno mesmo em um momento de dificuldade”.

E por aí vai. 

Então, minha Roma candidata seria “Mais sereno em tempos difíceis”.

E poderia até não ser específico, mas estaria sempre tentando ser o mais específico possível.  

Isso é fato.

E acredite ou não, se você deixa clara a sua Roma, os seus alunos vão sacar que é naquele resultado que precisam chegar, e quando chegarem, essas palavras vão sair no testemunho deles.

Se você dá o vocabulário para sua audiência, ela vai tender a voltar com esse vocabulário. 

Mesmo que você tenha que explicar o que significa isso pra ela.

Agora…

Como saber se a minha audiência entendeu minha Roma?

Um bom jeito de medir é com as suas vendas. As pessoas vão tender a comprar se elas encontrarem um resultado definido. 

Outro é quando a sua Roma aparece no que a sua audiência fala. Nos testemunhos, nas dúvidas, nas conversas dela…

O lance é que quando a sua audiência tem dificuldade de chegar a Roma, ela pergunta sobre como chegar a Roma. 

E se você vende “serenidade em tempos difíceis”, por exemplo, a sua audiência vai te fazer perguntas sobre serenidade em tempos difíceis.

A partir do momento que ela te fizer perguntas sobre qualquer parada que não seja “serenidade em tempos difíceis”, pode ter certeza que ela não entendeu. É o que é.

Como eu te falei ali em cima, quando se tem uma promessa bem definida, sua audiência tende a retornar essa promessa nos seus testemunhos, e você consegue identificar e coletar melhor as suas provas.

Agora, como se deve coletar essas provas?

Se liga… 

As maneiras íntegras e eficientes de coletar provas 

As provas são como uma árvore frutífera. 

Você pode deixar a natureza fazer o seu trabalho organicamente e esperar um passarinho semear algum solo fértil para assistir de longe a árvore crescer.

Ou você pode decidir plantar, cultivar e colher com integridade. 

E para coletar boas provas de forma íntegra e eficiente, você precisa criar uma cultura, um princípio, que é incentivar os seus alunos a celebrar quando eles chegarem até a Roma. 

Por que você celebra o seu aniversário, por exemplo? Porque alguém incentivou você a celebrar e todo mundo acabou comprando essa parada. 

O fato é que chegar até a Roma já é muito bom, mas se você incentiva e lembra o seu aluno de celebrar, aquilo vira tradição, e as chances são que ele queira sempre contar essa história.

Porque além de ser um sentimento incrível para ele, essa história pode inspirar outras pessoas e te gerar prova social. 

Então, quanto mais pessoas chegarem a sua Roma, mais fácil vai ser chegar nessa Roma.

“E como eu faço isso, Erico?”

Criando o sentimento de meta cumprida. Você faz isso com premiações, entrevistas, reconhecimento. 

A minha primeira sugestão é mandar um troféu para essa pessoa que chegou até a Roma. E isso, de quebra, vai deixar a sua Roma instagramável, porque quando você ganha um troféu, você tende a querer tirar foto e postar no Instagram

A segunda é chamar para uma entrevista. 

Você pode fazer um convite assim: “Que legal que você chegou lá. Parabéns. Você pode fazer uma live comigo pra contar essa história para as outras pessoas?” 

A maioria das pessoas adora contar sua história.

E para fazer isso basta você ligar o celular e falar com ela, pela plataforma que você preferir. 

Mas se eu puder dar um conselho, eu sempre sugiro estar onde sua audiência está, e isto, na era digital, é nas redes sociais. 

Dito isso, também existem as formas mais diretas de coletar provas quando você já tem bastante aluno com resultado. 

Uma delas é o que eu chamo de R2X, que é basicamente um concurso de testemunhos. 

Você pede para os seus alunos gravarem um testemunho sobre a transformação que tiveram com o seu produto. Entre as regras para participar dessa parada, a principal é não poder mentir. Os melhores (ou o melhor) testemunhos ganham um prêmio.

E geralmente esse prêmio é algo que eles não poderiam comprar, como uma experiência ou uma hora de mentoria com o expert, por exemplo. 

As pessoas vão ser incentivadas a te gerar testemunhos, de uma maneira ou outra. 

E desde que você esteja fazendo com integridade, que não deixe a pessoa mentir, tá valendo.

Porque uma estratégia baseada na verdade é sempre poderosa. 

Mas em outros casos…

E se eu nunca realizei nenhuma venda?

Talvez você saiba, talvez não.

Mas na Fórmula de Lançamento eu ensino alguns tipos diferentes de lançamentos. 

E um deles é o Semente. 

Nesse tipo de lançamento, eu digo que você precisa fazer 1 venda. E para fazer 1 venda, não necessariamente você precisa da prova de um aluno. 

E é por isso que você faz o Lançamento Semente. 

Porque quando você faz a sua primeira venda, você trabalha com essa pessoa para ela ter resultado. 

E no início, não se acanhe em ligar para o seu aluno e perguntar “E aí, o que você já conseguiu? Como eu te ajudo pra você chegar no resultado?”.

E você ajuda. 

A partir daí, você vai evoluindo. 

No seu próximo lançamento você tem que se esforçar para coletar de forma brutalmente honesta mais provas do que você coletou no lançamento anterior e repete o ciclo.

É importante você saber que tanto os lançamentos, quanto a criação de provas, não são processos onde você parte de um lugar e chega ao outro, são estágios evolutivos. 

Essa parada funciona que nem a academia. 

Você não faz uma só abdominal para ficar com a barriga chapada. 

Você faz uma série de exercícios para que no final de um período você esteja melhor do que quando começou.

Mas começar é importante e o fato é que você só precisa de um único cisne negro para provar que nem todos os cisnes são brancos. 

E segura essa.

Esse primeiro cisne negro precisa ser você*. 

(Ou, se você lança um expert, precisa ser o próprio expert).

Quando você está começando, a primeira prova de que você consegue cumprir com o que promete, é o seu próprio resultado. 

Você se consultaria com um dentista que tem os dentes cheios de cárie, por exemplo? 

As chances são que não.

Porque gera a objeção de “Por que você está vendendo isso se nem você tem resultado?”

Eu só comecei a ensinar a Fórmula de Lançamento depois que eu mesmo fiz o 6 em 7 com outros produtos. 

São essas duas coisas que você precisa para começar: ter seu próprio resultado como prova e paciência para construir os resultados dos seus alunos, gradativamente.

Vou te explicar com uma analogia. 

Vamos supor que o que impede o seu cliente de comprar o seu produto é uma janela. Essa janela é construída das crenças limitantes e da dúvida de que aquele produto funciona mesmo.

As suas provas vão ser como uma trinca nessa janela.

E o fato é que quando você apresenta mais provas e faz mais trincas, as chances são que uma hora essa janela quebre.

E quando essa janela quebrar, você vai vender, e ninguém mais te segura. 

Porque você quebrou a objeção de que o seu produto não funciona… Através da prova. 

Conclusão

Neste artigo, eu te expliquei a importância de provar por A+B que o seu produto funciona e, mais que isso, como provar do jeito certo. 

Eu te expliquei exatamente o que é o gatilho mental da prova e como essa parada funciona.

Mostrei a diferença entre prova e prova social, deixando bem claro como é ideal que esses dois gatilhos poderosos sejam usados juntos. 

Também abri o jogo sobre o maior erro que as pessoas cometem coletando provas e te contei o porquê da sua promessa ser tão importante para sua geração de provas, e como trabalhar nela corretamente. 

Você viu ainda quais são as maneiras íntegras e eficientes de coletar suas provas, como criar uma cultura de comemoração, enviar prêmios ou  fazer um R2X. 

Além disso, no caso de você não ter realizado nenhuma venda ainda, mostrei que você (ou o seu expert) precisa primeiro ter o resultado que promete. 

Fonte: Erico Rocha

CRX Consultoria Marcelo Sandoval
Glossário de Marketing: os termos que você precisa conhecer

CRM, KPI, CTA, landing pages, leads, conversão, inbound marketing, long tail, keyword… São muitos os termos e expressões existentes no universo do marketing digital (geralmente em inglês ou como sigla) que você precisa conhecer.Por isso, neste post fizemos um Glossário de Marketing Digital para que você conheça o significado das palavras mais utilizadas neste segmento.

Automação de Marketing

Ações de marketing realizadas de maneira semi ou totalmente automática através de ferramentas específicas. É utilizada para facilitar o trabalho e aumentar os resultados. Um bom exemplo dessa automação é a nutrição feita através de e-mails.

Briefing

Série de instruções organizadas de maneira resumida para orientar alguma atividade ou tarefa. No marketing digital também pode aparecer como Pitch.

Boom

Momento ou período onde a procura ou o interesse por algo dispara vertiginosamente.

Brainstorm

Técnica para buscar soluções criativas para problemas ou elaborar ideias coletivamente.

Brand

Marca, nome.

Brand Equity  

Quando o valor do produto foi agregado com tanto sucesso que a marca se torna sinônimo de um produto.

Brand Image

Imagem da marca. Série de valores e posicionamento no mercado que uma marca deixa ou deseja transparecer.

CTA

São as Chamadas para Ação (Call to Action), bastante utilizadas para induzir ou sugerir que consumidores realizem algum tipo de ação em sua página, como clicar em botões, banners, ofertas, links sugeridos ou patrocinados, baixar conteúdo, etc.

Conversão

É quando a CTA sugerida dá resultado, levando o usuário à “conversão” desejada, como uma compra, curtida, visualização, download, assinatura de newsletter, preenchimento de um formulário, entre outras possibilidades.

CMS

Sistema para gerenciamento de conteúdo (Content Management System, em inglês). É uma aplicação web especialmente desenvolvida para facilitar a produção de conteúdos – o WordPress é um ótimo exemplo de CMS.

CMO

O CMO é o diretor de marketing de uma companhia (Chief Marketing Officer, em inglês).

Case

Relato ou exposição de alguma experiência de sucesso. Geralmente usada para mostrar como certas técnicas e diferenciais ajudaram clientes na prática.

Chairman

Presidente do conselho administrativo de uma empresa.

CEO (Chief Executive Officer)

Também conhecido como presidente do executivo ou diretor geral, é um dos cargos mais altos de uma empresa. Acima dele, somente o dono ou presidente da companhia.

Co-branding

Associação entre duas marcas que busca agregar valor para entrar em mercados onde, sozinhas, elas teriam pouca ou nenhuma credibilidade.

Core Business

É o coração de um negócio, sua essência, o núcleo de atuação de uma empresa.

eBook

São livros ou manuais eletrônicos, que podem ser baixados e lidos diretamente em qualquer dispositivo digital. São ferramentas mais completas e abrangentes, tais quais seus similares físicos.

Endomarketing

Marketing interno. Utilizado para motivar, educar e aumentar a produtividade e o bem estar dos funcionários.

Freelancer

Profissional que presta serviços esporádicos, sem nenhum vínculo empregatício mas, às vezes, com algum vínculo contratual.

Guest Post

Conteúdo escrito por algum convidado (blogueiro, empresa, especialista) e publicado em seu blog.

Google Hummingbird, Google Panda e Google Penguin

Algoritmos do Google que são constantemente atualizados, apresentando cada vez mais melhorias na indexação de páginas e nos resultados de busca. Hummingbird: interpreta sinônimos, contexto, localização e pesquisas prévias para ranquear uma página; Panda: analisa a qualidade dos conteúdos e penaliza aqueles criados apenas para “abocanhar” resultados de pesquisa; Penguin: leva em conta especialmente a qualidade do link building, inibindo práticas de black hat.

Keyword

Palavra-chave utilizada para identificar o assunto principal de um texto. Estratégias como SEO se utilizam bastante das keywords para melhorar o ranqueamento nos resultados de motores de busca.

Landing Page

São as páginas de aterrissagem para onde os internautas acabam direcionados após clicarem em uma determinada ação de marketing com o propósito de realizar uma conversão, como uma compra ou uma curtida em sua página no Facebook.

Long Tail Keyword

São expressões ou palavras chaves de cauda longa, ou seja, com um maior número de termos específicos para se encontrar um determinado produto. Essa alternativa ganhou popularidade recentemente, pois deixa as buscas mais concentradas e abrangentes, ideais para aqueles que ainda possuem pouca notoriedade no mercado digital, como pequenas e médias empresas.

Outbound Marketing

Contraponto ao Inbound Marketing. Além de práticas de marketing tradicional como comerciais de TV, outdoors e rádio, o outbound também faz parte de estratégias de marketing digital como os cold emails e links patrocinados.

Press Release (PR)

Conteúdo ou material distribuído à imprensa, visando criar um awareness sobre a marca e conquistar autoridade em outras mídias e contextos fora daqueles em que ela já atua.

Pagamento social

Oferecer alguma oferta especial (desconto, cupons, etc.) a usuários que fizerem uma postagem em rede social para ajudar a promover uma marca ou conteúdo.

Squeeze page

Estilo de landing page especializado na captação de emails.

Social Proof

Transmitir através da aprovação e da opinião de outras pessoas certa credibilidade.

Top of Mind

Produto, serviço ou marca que está sempre na cabeça das pessoas.

Whitepaper

Um Whitepaper (algo como “livro em branco”, em português) é um documento que ataca um problema de maneira concisa, servindo como uma espécie de guia para superar alguma dificuldade ou desafio.

Webinar

Conteúdo em vídeo disponibilizado ao público de maneira gratuita ou paga. Consiste geralmente na gravação de uma palestra, uma aula ou uma série em que perguntas são respondidas em tempo real. O termo é resultado da junção de Seminário e Web.

Email Marketing e Gestão de Leads

Soft bounce

Falha temporária na entrega de emails por motivos como uma caixa de entrada cheia, por exemplo.

Segmentação de Leads

É o nome dado à separação de leads guiada por uma série de critérios. A segmentação é extremamente indicada, pois possibilita utilizar diferentes métodos e técnicas para alcançar mais e diferentes leads.

Opt-in

Decisão de receber informações por email através de um formulário, dando permissão ao site para ser contatado através dessa mídia.

Opt-in duplo

Confirmação de assinatura a uma lista de emails, para confirmar que ele autoriza o envio subsequente de mensagens.

Nutrição de Leads

Envio de conteúdos (geralmente através de estratégias de automação de marketing) aos leads com o objetivo de fazê-los passar para as próximas etapas do funil de vendas.

Micromarketing

Estratégias de marketing especialmente desenhadas para atuar em pequenas amostras de mercado ou com um público altamente segmentado.

Mailing List

Lista de emails adquirida através de ações de captura de leads ou quaisquer outras estratégias. Podem ser usadas para diversos fins, mas especialmente para email marketing.

Lead Scoring

Pontuação atribuída a leads para determinar sua importância e qualidade. Basicamente, os pontos são utilizados para ficar mais fácil definir se são ou não qualificados.

Leads

São os usuários ou clientes potencialmente interessados em realizar uma conversão ou que demonstram interesse em seus produtos, serviços ou em sua empresa de modo geral.

Hard bounce

Falha no envio de emails por razões permanentes como a inexistência de um endereço.

Funil de vendas

Existe todo um processo até o consumidor realizar uma conversão. Ele recebe o nome de funil de vendas e pode ser dividido em três estágios:

ToFu – Top of Funnel

São as ações, campanhas ou materiais de divulgação que servem como a porta de entrada para uma futura conversão. É o pontapé inicial que o cliente precisa para desejar consumir ou sentir-se interessado em um determinado produto ou serviço.

MoFu – Middle of Funnel

A partir do momento que um “lead” se interessa por determinado assunto, o MoFu tem como objetivo aprofundá-lo no tema, com conteúdo mais abrangente, técnico e relevante, ou que indica o caminho para resolver um certo problema.

BoFu – Bottom of Funnel

É a cartada final! São os materiais que vão convencer ou não os usuários a comprar ou consumir determinado produto ou serviço e o porquê de aquela ser a melhor solução. Ou seja: a tão aguardada conversão digital.

Automação de Marketing

Ações de marketing realizadas de maneira semi ou totalmente automática através de ferramentas específicas. É utilizada para facilitar o trabalho e aumentar os resultados. Um bom exemplo dessa automação é a nutrição feita através de e-mails.

SEO

SEO

Search Engine Optmization, ou otimização para ferramentas de busca é uma série de ações realizadas para melhorar o posicionamento de uma página nas pesquisas do Google.

ASO

App Store Optimization: otimização para as buscas de um app na loja de aplicativos. É um SEO desenvolvido especialmente para esse contexto.

Autoridade de página

Page authority é a importância de uma página no algoritmo do Google. Muitas variáveis são consideradas para alcançar uma boa autoridade, mas a principal delas é a qualidade do link building – quantidade de links direcionando para sua página e também a autoridade das páginas que linkam a sua.  

Alt Text (Alternative Text)

Texto usado para nomear ou descrever uma imagem na internet. Motores de busca são incapazes de entenderem imagens, por isso, quando preenchido esse campo, eles conseguem entendê-las e relacioná-las ao conteúdo. É muito importante preencher esse campo para ranquear bem.

Black hat

Práticas de SEO que são consideradas antiéticas, pois se utilizam de artimanhas para posicionar melhor sites nos resultados do Google.

Canonical Tag

Quando mais de uma página possui o mesmo conteúdo, o algoritmo dos motores de busca divide a importância das duas, diminuindo as probabilidades de um bom ranqueamento. Porém, usando a canonical tag é possível transferir a autoridade de uma página para outra.

Cookies

Arquivos inseridos no navegador de um usuário sempre que visita um site. Nele é possível armazenar informações como idioma, país e IP, facilitando identificações futuras no mesmo site.

CSS (Cascading Style Sheets)

Linguagem empregada para estilizar páginas (cores, layouts, fontes, etc.)

Domínio

Endereço principal de um site. O endereço www.raccoon.ag, por exemplo, é um domínio.

Edge Rank

Algoritmo utilizado pelo Facebook para avaliar a relevância de posts e se eles devem aparecer no feed de notícias. Tempo de postagem, formato do post e afinidades são alguns dos fatores considerados pelo código.

Erro 404

Página de erro exibida quando o servidor é incapaz de encontrar o endereço solicitado.

GA

Google Analytics, ferramenta do Google que disponibiliza várias estatísticas referentes ao tráfego do site.

Google Hummingbird, Google Panda e Google Penguin

Algoritmos do Google que são constantemente atualizados, apresentando cada vez mais melhorias na indexação de páginas e nos resultados de busca. Hummingbird: interpreta sinônimos, contexto, localização e pesquisas prévias para ranquear uma página; Panda: analisa a qualidade dos conteúdos e penaliza aqueles criados apenas para “abocanhar” resultados de pesquisa; Penguin: leva em conta especialmente a qualidade do link building, inibindo práticas de black hat.

Heading Tags

Tags para apresentar títulos e subtítulos nas páginas web (H1, H2, H3…). A tag h1 é uma das mais importantes nas páginas, pois é um dos itens analisados pelo crawler do google.

Hiperlink

Conteúdo que leva a outra página ou conteúdo. Pode aparecer em forma de texto, imagem, botão, objeto, etc.

HTML (HyperText Markup Language)

Linguagem de programação utilizada para construir e modalizar páginas web.

Keyword

Palavra-chave utilizada para identificar o assunto principal de um texto. Estratégias como SEO se utilizam bastante das keywords para melhorar o ranqueamento nos resultados de motores de busca.

KPI

São os Indicadores-Chave de Desempenho (Key Performance Indicators), métricas utilizadas para medir o progresso e a efetividade de suas ações digitais para alcançar os objetivos traçados.

Long Tail Keyword

São expressões ou palavras chaves de cauda longa, ou seja, com um maior número de termos específicos para se encontrar um determinado produto. Essa alternativa ganhou popularidade recentemente, pois deixa as buscas mais concentradas e abrangentes, ideais para aqueles que ainda possuem pouca notoriedade no mercado digital, como pequenas e médias empresas.

Link Building  

“Construção de links”, numa tradução literal, é prática de conseguir links que levam a seu site. Quanto mais natural e relevante o processo de conseguir esses links, melhor o resultado. Mecanismos como o Google costumam penalizar sites que usam práticas black hat para conseguir links.

Meta-description

Descrição breve de um site que será exibida nos resultados de busca. Muito importante pois dá ao usuário uma prévia da página que está prestes a clicar.

No follow

Parâmetro utilizado para indicar aos motores de busca que não rastreiem certos links.

Off Page

Elementos externos a um site, mas que influenciam seu posicionamento. Por exemplo, links que levam à página.

On Page

Elementos que fazem parte da página e influenciam os resultados. Aqui estão as heading tags, alt text, page title, etc.

PV

Page View. Mede o número de visualizações em uma página.

Pagerank

Escala criada pelo Google para medir a autoridade de um site, de 0 a 10. Estrutura, taxa de rejeição, pageviews, conteúdo e links são alguns dos itens levados em conta para atribuir essa pontuação.

Page Title

É o título da página e um dos elementos mais caros ao SEO, pois é um dos itens mais importantes analisados pelos mecanismos de busca na hora de mostrar um resultado.

Redirect 301

Redirecionamento de página que transfere a autoridade da página que está redirecionando para a página de destino (geralmente a principal).

SERP (Search Engine Results Page)

Termo para designar as páginas de resultado dos mecanismos de busca.

Sitemap

Literalmente um mapa com todas as páginas de um site. São extensivamente utilizados por buscadores.

Tráfego orgânico

Tráfego proveniente de uma busca feita nos mecanismos de busca sem que seja através de um link patrocinado/anúncio. Quanto maior o tráfego orgânico, mais significa que alguma palavra-chave sua está bem ranqueada.

Visitante Único

É o usuário identificado por meio de cookies. Assim, é possível saber exatamente quantas pessoas visitaram uma página e não quantas vezes o site foi visitado como número absoluto.

Web Analytics

Coleta, medição e análise de dados de navegação e interação com páginas/serviços web com o objetivo de melhor entender o comportamento dos usuários.

Links patrocinados/Campanhas

Links patrocinados

São os anúncios pagos para serem veiculados nos mecanismos de busca. Sua relevância está de acordo com as palavras-chave utilizadas na procura. Outro tipo de links patrocinados são os anúncios em comparadores de preço e redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, e que possuem maior destaque, para atingir um maior número de usuários, mesmo que estes não estejam interessados em determinado produto ou serviço.

Target

Grupo de pessoas, objetivos ou metas que são o alvo de alguma ação de marketing.

Testes A/B

São testes que avaliam duas versões diferentes de estratégias, práticas, otimizações, design, etc. Os dados obtidos através destes testes são usados para determinar qual a melhor opção a ser mantida.

ROI

Retorno sobre o Investimento (Return on Investment): consiste no resultado ou na diferença entre o dinheiro ganho ou perdido em relação à verba investida em determinada campanha ou ação de marketing.

Retargeting/Remarketing

O disparo, através do uso de cookies, de anúncios a usuários após visitarem um site, tentando impacta-los mesmo em outros sites. Retargeting foi o nome adotado pelo Google.

Reach

Alcance, cobertura, abrangência de alguma ação de marketing.

Revenue Share

O conceito é usado por publishers que publicam campanhas em sites de terceiros. É um acordo que estipula a  porcentagem de rendimentos repassada à mídia onde a campanha foi publicada. Outra porcentagem é destinada ao publisher e/ou network responsável por veicula-la.

Publisher

Quem publica ou gerencia os anúncios. Pode ou não ser o advertiser.

Mobile

Nome dado aos dispositivos móveis (smartphones, smartwatches, celulares, etc.) no mundo do marketing digital.

LTV (Lifetime Value)

É o valor do tempo de vida de um cliente. Ou seja, o valor que este cliente gastará com seu negócio durante todo o tempo que houve um relacionamento com ele.

Gross Rating Point

Audiência total de um anúncio ou campanha.

Display do Google

É uma rede de sites em que é possível exibir anúncios de campanhas do Google Adwords.

CPC

Custo por Clique. Utilizado para designar o valor pago por cada clique em um anúncio.

CPA

Custo por ação é o custo por uma ação específica realizada pelo usuário – um clique de venda ou uma impressão, por exemplo.

CR

Taxa de Conversão (Conversion Rate). Quantidade de pessoas que completaram alguma ação desejada em seu site, como o download de algum material ou o preenchimento de algum formulário.

CPL

O Custo por Lead é usado para medir o valor gasto para adquirir um lead.

CTR

Clickthrough Rate, ou taca de cliques. Esse termo é usado para medir o número de usuários que transitam de uma parte a outra do site, avançando na campanha de marketing.

Budget

Orçamento ou verba destinado ou alocado para alguma tarefa ou serviço.

Benchmarking

Utilizar resultados já consolidados próprios ou de concorrentes para fazer comparações para determinar o desempenho de práticas e técnicas a serem mantidas ou abandonadas na busca pelo melhor resultado.

Adwords

Google Adwords, plataforma de anúncios do Google. É através desta plataforma que se fazem anúncios pagos que serão mostrados nos resultados de busca, por exemplo.

Inbound Sales

Inside Sales

É o termo utilizado para designar o processo de vendas feito de dentro da empresa (através de e-mails, Skype, telefone, etc.). Não há deslocamento físico para fechar o negócio.

Advertiser

O anunciante.

Advertising

Propaganda.

After Sales

Pós-venda. Todo o processo de acompanhamento e suporte ao cliente após a compra.

AIDA (Awareness, Inform the customer, Direct benefit, Action)

Sigla que determina o processo de conquistar a atenção do consumidor, despertar seu interesse e levá-lo a realizar a compra.

Break-even-point

Ponto máximo até onde um serviço pode ser mantido sem que dê prejuízo. É a margem em que, durante situações emergenciais ou anormalidades, é possível trabalhar sem lucros e também sem perdas.

B2B

Business to Business, ou de Empresa para Empresa. Termo utilizado para definir empresas que atuam na venda de produtos e serviços apenas para outras empresas.

B2C

Business to Consumer, ou de Empresa para Cliente. Como a tradução já dá a dica, são empresas que vendem diretamente para o cliente.

CRM

Gerenciamento de relacionamento com clientes (Customer Relationship Management): visa manter a boa relação entre empresas e consumidores, geralmente por meio de softwares para gerenciar contatos, informações e atividades, como conversas, reuniões e agendamentos.

Chairman

Presidente do conselho administrativo de uma empresa.

CEO (Chief Executive Officer)

Também conhecido como presidente do executivo ou diretor geral, é um dos cargos mais altos de uma empresa. Acima dele, somente o dono ou presidente da companhia.

Cold Call

Traduzido literalmente como “ligação fria”, é o nome dado àquelas ligações para potenciais clientes sem nenhum contato prévio. É a tentativa de vender algum produto ou serviço sem nenhuma indicação de interesse demonstrada pelo cliente antes do contato.

Cold Mail

É o mesmo que um Cold Call, porém utilizando o email. A peculiaridade destes métodos é que têm baixíssima taxa de conversão mas, quando convertem, são um processo mais rápido e direto.

CAC

Custo de Aquisição de Cliente. Essa métrica mostra quanto a empresa gastou para conseguir um novo cliente, valendo tanto para o Outbound quanto para o Inbound.

Dumping

Venda com preços muito abaixo dos praticados (muitas vezes abaixo até mesmo do custo) para domínio do segmento.

Fee

Preço dos honorários fixos, acertado previamente entre a agência e seus clientes.

Feedback

Retorno feito com fim de realizar uma análise ou fazer sugestões sobre práticas, tarefas e status de serviços.

Floor pricing

Preços mínimos para tentar atrair clientes mais sensíveis a valores. Demanda o emprego de margens muito pequenas mas que podem ser escaladas pela quantidade de serviços prestados, por exemplo.

Follow-up

Realizar o acompanhamento das ações de marketing realizadas. Por exemplo, dar um follow up nas alterações em campanhas, etc.

Freelancer

Profissional que presta serviços esporádicos, sem nenhum vínculo empregatício mas, às vezes, com algum vínculo contratual.

Funil de vendas

Existe todo um processo até o consumidor realizar uma conversão. Ele recebe o nome de funil de vendas e pode ser dividido em três estágios:

ToFu – Top of Funnel

São as ações, campanhas ou materiais de divulgação que servem como a porta de entrada para uma futura conversão. É o pontapé inicial que o cliente precisa para desejar consumir ou sentir-se interessado em um determinado produto ou serviço.

MoFu – Middle of Funnel

A partir do momento que um “lead” se interessa por determinado assunto, o MoFu tem como objetivo aprofundá-lo no tema, com conteúdo mais abrangente, técnico e relevante, ou que indica o caminho para resolver um certo problema.

BoFu – Bottom of Funnel

É a cartada final! São os materiais que vão convencer ou não os usuários a comprar ou consumir determinado produto ou serviço e o porquê de aquela ser a melhor solução. Ou seja: a tão aguardada conversão digital.

Growth Hacking

Técnica com enfoque total em gerar um crescimento acelerado através da aquisição de clientes.

Heavy Users

Grupo de consumidores que fazem uso fiel e massivo de algum serviço ou produto.

Holding

É o nome dado a companhias que têm o capital formado pela maioria de ações de outras empresas.

Key Account

Conta ou cliente chave. Aquele que é o principal da carteira ou que deve receber atenção especial durante alguma ação.

Key Prospects

Grupo formado por aqueles potenciais clientes que mais têm chance de se tornarem clientes efetivamente.

Know-how

“Saber como”, traduzido literalmente. Geralmente usado para nomear um conjunto de conhecimentos específicos sobre algum assunto ou área.

Leads

São os usuários ou clientes potencialmente interessados em realizar uma conversão ou que demonstram interesse em seus produtos, serviços ou em sua empresa de modo geral.

Light User

Contrapõe o heavy user. É aquele usuário eventual de algum produto ou serviço, mas que deve ser considerado nas estratégias.

LTV (Lifetime Value)

É o valor do tempo de vida de um cliente. Ou seja, o valor que este cliente gastará com seu negócio durante todo o tempo que houve um relacionamento com ele.

MRR (Monthly Recurring Revenue)

Traduzido como Receita recorrente mensal, é o valor que uma empresa ou agência recebe por mês de um cliente.

Market share

Participação em um mercado ou segmento, medida geralmente em porcentagem. Usado para ilustrar a força de algumas empresas em contextos específicos.

Micromarketing

Estratégias de marketing especialmente desenhadas para atuar em pequenas amostras de mercado ou com um público altamente segmentado.

Market growth rate

Taxa de crescimento anual do mercado.

Outbound Marketing

Contraponto ao Inbound Marketing. Além de práticas de marketing tradicional como comerciais de TV, outdoors e rádio, o outbound também faz parte de estratégias de marketing digital como os cold emails e links patrocinados.

Overall cost leadership

Distribuir os custos de produção e mantê-los o mais baixos para liderar um segmento.

Prospect

Consumidor que pode se tornar cliente do seu negócio e pelo qual se está prospectando.

Sampling

Distribuição de amostras de conteúdos e serviços. Pode ser usado para realizar testes ou para tentar conquistar clientes.

Staff

Equipe de apoio por trás de algum projeto ou contrato.

Switchers

Consumidores que não apresentam lealdade a nenhuma marca, mas que consomem com frequência.

SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, and Threats)

Ferramenta amplamente utilizada como parte do planejamento estratégico de negócios. Esse tipo de análise busca encontrar as vantagens de uma empresa em relação aos concorrentes (Strengths), suas fraquezas ou desvantagens (Weaknesses), oportunidade e vantagens competitivas (Opportunities) e também ameaças internas e externas que podem comprometer o negócio (Threats).

Fonte: Vinicius de Andrade / Raccon

CRX Consultoria Marcelo Sandoval
Retrospectiva: o que foi tendência no marketing 2021?

O marketing 2021 fortaleceu um movimento que já vinha se consolidando nos últimos anos: a transformação digital das empresas. Muitos negócios que ainda não haviam se adaptado à era digital passaram a integrar a tecnologia nos seus processos, especialmente no marketing, que hoje exige uma atuação online consistente.

Em 2021 vimos também o início da vacinação contra a Covid-19, e a retomada das atividades presenciais trouxe inúmeros desafios para o marketing, mas também muitas novidades que movimentaram essa área.

Quer saber quais foram e o que ainda valerá a pena investir em 2022?

Crescimento do marketing digital no Brasil 2021

Nos últimos dois anos consumidores e marcas mudaram seus comportamentos de forma expressiva: enquanto os primeiros passaram para o digital, os segundos tiveram de lidar com outros desafios: a alta concorrência no ambiente online.

A migração para o digital era inevitável, claro, porém foi acelerada pela pandemia -e isso se reflete nos números do crescimento do marketing digital no Brasil em 2021.

Neste ano, o país alcançou a marca de mais de 150 milhões de usuários de internet, o que representa 81% da população brasileira. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2020 mostram também que esse crescimento foi ainda mais expressivo entre moradores de áreas rurais, idosos e mulheres.

Quanto às redes sociais, o estudo Digital 2021 Brazil demonstrou o quanto o uso dessas plataformas foram relevantes. Em 2021, o número de usuários de redes sociais chegou a 150 milhões, um crescimento de 7,1% em relação a 2020. Em ordem, as principais plataformas acessadas foram YouTube, WhatsApp, Facebook e Instagram.

Os números do e-commerce também ajudam a perceber como a internet passou a fazer parte da vida de muitos brasileiros.

De acordo com a 44ª edição do relatório Webshoppers, o número de novos consumidores online continuou crescendo em 2021, mas sofreu uma desaceleração – que pode ser explicada pelas altas de desemprego e inflação.

Para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2021, o número de novos consumidores online cresceu 3%. Já em 2020, início da pandemia, esse percentual foi de 40%.

A pesquisa Perfil do E-commerce Brasileiro revela ainda que o Brasil tem 1,6 milhão de sites de e-commerce. Isso representa 22% a mais que 2020 e se soma ao crescimento de 40% que já havia acontecido de 2019 para 2020.

As lojas online representam mais de 9,4% do total de sites no Brasil. Porém, são apenas 6% do total de varejistas do país. Isso mostra que a quantidade é expressiva, mas ainda há muito espaço para o crescimento desse mercado.

Principais tendências do marketing 2021

Com tanta concorrência online, as marcas precisaram apostar em estratégias criativas e envolventes para atrair o consumidor. E o ano foi cheio de novidades. Confira agora as tendências que se destacaram no marketing 2021:

A era dos vídeos curtos
Muito mais do que uma dancinha, o TikTok tomou impulso durante a pandemia de coronavírus. Ainda em 2020, a plataforma se tornou mundialmente conhecida e com o isolamento, caiu ainda mais no gosto popular.

Não é à toa que em 2021, a rede chegou a ultrapassar o YouTube em tempo médio gasto por cada usuário, segundo dados do Reino Unido e Estados Unidos.

Tamanho sucesso fez a plataforma de vídeos curtos se tornar um modelo de produção de conteúdo para a internet. Não por acaso, o Instagram também criou o seu formato de vídeos curtos (Reels). Além disso, o Kwai, concorrente direto do TikTok, teve um grande crescimento no Brasil: no primeiro trimestre, foi o aplicativo mais baixado no país.

Por esse motivo vale a pena dedicar um tempo para compreender melhor a rede e estudar estratégias específicas de engajamento e conversão para o TikTok.

Clubhouse

Você se lembra do Clubhouse? A rede social baseada em conversas por áudio, foi uma das principais febres do marketing 2021 e, apesar do estrondoso sucesso, a plataforma não durou muito. É só dar uma busca rápida no Google Trends para visualizar essa queda.

Na época, talvez você também tenha se perguntado que rede social era essa e como conseguir um convite para entrar. Porém, quando a rede se abriu para os usuários de Android (maio de 2021), o hype já havia passado.

De qualquer forma, a plataforma lançou discussões sobre a tendência dos conteúdos em áudio. O crescimento dos podcasts no Spotify e do envio de áudios por WhatsApp reforçam essa percepção.

Ok Google

Provavelmente em algum momento do ano você deve ter falado “Ok Google”. O comando usado para ativar o assistente por voz do Google permite aos usuários diversas possibilidades, como perguntar que horas são, pedir para guiar seu caminho até um destino ou pesquisar as últimas notícias do dia.

Seja Cortana, Siri, Alexa ou Google, a verdade é que o uso desse recurso reforça a tendência de interação por voz entre humanos e máquinas e visa trazer mais praticidade no dia a dia dos usuários.

E fica a dica: apesar de ter dado o que falar no marketing 2021, essa tecnologia tem tudo para continuar em alta no próximo ano.

Chatbots

Chatbots não são mais novidade, mas no marketing 2021 eles mostraram para o que vieram. Usados para automatizar interações com as marcas, especialmente no atendimento ao consumidor, a ferramenta ainda otimiza processos e se transforma em um novo canal de vendas para as empresas.

Para se ter uma noção do crescimento do recurso, o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots mostrou que 216 mil novos bots foram criados no Brasil em 2021, sendo que esse número foi de 101 mil em 2020 e 60 mil em 2019.

O WhatsApp é a plataforma para a qual mais se desenvolvem bots: 94% dos respondentes afirmou que produziu chatbots para esse canal.

Compras diretas via redes sociais e lives

Social commerce e live commerce são expressões que estiveram em alta no marketing 2021.

O social commerce se refere às operações de compra e venda pelas redes sociais. Instagram, Facebook e Pinterest se destacam nessa modalidade e permitem integrar as lojas virtuais às suas plataformas para vender mais.

Já o live commerce é a estratégia de vender produtos em transmissões ao vivo pelas redes sociais. Geralmente, engloba demonstrações de produtos, perguntas e respostas, promoções por tempo limitado, além de outras atrações de entretenimento.

De acordo com a empresa Mimo Live Sales, a taxa de conversão em live commerce fica em torno de 7%, enquanto a média do e-commerce em geral é de 1,5%.

Maior uso do UGC

Sigla de User Generated Content, UGC significa conteúdo gerado pelo usuário. Esse tipo de conteúdo tem sido cada vez mais usado e o marketing 2021 fortaleceu bastante a estratégia.

Por que? Porque o UGC é uma prova social: se as pessoas estão falando que um produto é bom, outros consumidores tendem a confiar na compra. É o famoso boca a boca, mas agora na era da internet.

Além disso, republicar esses conteúdos, seja de forma orgânica ou patrocinada, é uma maneira de interagir com os usuários e valorizar sua opinião, o que ajuda a estreitar o relacionamento com eles.

Mais opções de busca

Essa não é necessariamente uma tendência, mas agitou as notícias no mundo do marketing 2021.

O Google detém mais de 90% do mercado de buscas na internet, isso não é novidade, e a evolução constante dos seus algoritmos mostra que o buscador está sempre melhorando a experiência de pesquisa dos usuários.

Mas isso não quer dizer que novas opções não possam surgir. Em 2021, a novidade que deu o que falar foi o buscador You.com, lançado com foco em inteligência artificial e privacidade dos usuários para concorrer diretamente com o Google. A disputa é desafiadora, mas vale a pena acompanhar os próximos capítulos.

Atualizações que agitaram o marketing digital 2021

Mas além de ferramentas, estratégias e atualizações também movimentaram o marketing 2021 e ditam os próximos caminhos da área: foco na experiência do usuário e privacidade. Relembre as principais mudanças:

Core Web Vitals

O Core Web Vitals é uma novidade do Google para avaliar as páginas que fazem parte dos seus resultados de busca. Trata-se de um conjunto de sinais que analisam a qualidade da experiência do usuário, em relação à velocidade e à estabilidade de uma página.

Essa mudança no algoritmo estava sendo desenvolvida desde 2020, mas foi a partir de junho de 2021 que ela começou a ser incorporada nos resultados da busca do Google.

Portanto, para continuar relevante e pontuando bem na página de busca, é preciso avaliar o desempenho das suas páginas em relação ao Core Web Vitals.

Fim dos third-party cookies

Uma preocupação constante na era digital é a proteção dos dados pessoais. De olho nisso, o Google Chrome, navegador mais usado do mundo, anunciou que removeria o suporte a cookies de terceiros (third-party cookies).

Esses dados, coletados no histórico de navegação dos usuários, são essenciais para o marketing digital, já que ajudam a conhecer melhor o consumidor online, personalizar estratégias e direcionar anúncios para as pessoas certas. Porém, com menos dados acessíveis, todo o ecossistema do marketing digital seria afetado.

O Google já anunciou que vai fazer a eliminação gradual dos cookies de terceiros em 2023. Antes, a previsão era 2022, mas a empresa alegou que precisaria de mais tempo para discutir as mudanças polêmicas com o mercado.

De qualquer forma, as alternativas são investir em diferentes formas de coletar dados e no rastreamento de dados dos cookies first-party (dados próprios gerados pelo site que o usuário entra).

Privacidade na Apple

No mesmo movimento de proteção de dados, a Apple anunciou no início do ano um novo recurso de privacidade que permitiria aos usuários de iOS decidir como seus dados poderiam ser usados.

Agora, as pessoas devem dar autorização explícita aos aplicativos para rastrear, tratar e vender seus dados a anunciantes.

Essa medida provocou reações do mercado digital, especialmente do Facebook, que alegou que a mudança causaria danos “devastadores” a milhões de pequenas empresas que anunciam na sua plataforma. Mesmo polêmica, a medida da Apple vai ao encontro da transparência no uso de dados e da privacidade dos usuários.

Novo consumidor e uma nova jornada de compra

Por fim, é importante perceber como o consumidor e a sua jornada de compra estão mudando nos últimos anos.

A pandemia reforçou uma preocupação dos consumidores com o futuro do planeta. O incentivo ao comércio local e o compromisso com a sustentabilidade já são determinantes para as decisões de consumo, e é inegável que o marketing é fundamental na construção de um mundo melhor.

Além disso, a multiplicidade de canais de relacionamento com as marcas e de compras torna a jornada muito mais imprevisível. Por isso, a experiência omnichannel é o caminho para as marcas atenderem esse consumidor da era digital.

Não é por acaso que uma das tendências deste ano foi o BOPIS (Buy Online, Pick Up In Store, que significa “compra online, retira na loja”). Essa modalidade traz mais praticidade e redução de custos, tanto para o consumidor quanto para a loja.

O que se manterá em 2022?

Ao longo do texto, já soltamos alguns spoilers das principais apostas para o marketing 2022 e ao analisar o cenário da internet, é possível identificar alguns temas tendem a manter em alta, como:

Proteção de dados e privacidade dos usuários;
Crescimento do uso de inteligência artificial;
Social Listening;
Social Selling;
Web Stories;
Eventos híbridos e retorno dos presenciais;
Aprimoramento na coleta e uso de dados;
Marketing de conteúdo- em resposta à alta das campanhas de mídias pagas;
Live commerce para estimular as vendas online;
Aumento do uso de assistente por voz;
Jornada de compra cada vez mais personalizada.


Essas são apenas algumas tendências que vale a pena acompanhar no marketing digital em 2022. Mas é importante ficar de olho nos dados da sua audiência e no comportamento dos seus consumidores, assim, você vai entender o que é importante para a sua persona, a fim de traçar as melhores estratégias.

Agora, se você já está pensando nos planos para 2022, leia nosso artigo e aprenda como definir objetivos de marketing eficientes no seu planejamento.

Fonte: Gabriel Macedo Ribeiro / Raccon

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